Sobre rodas

Penha – SC, Beto Carrero World, 22/04/2017.

Como dito em Complexo, o Beto Carrero World é um parque temático incrível, ainda que tenha seus defeitos. Compará-lo aos parques de Orlando é um erro, mas a diversão obtida ali não fica muito atrás da turma do Mickey, ainda mais se for considerada a relação custo/benefício…

E uma das atrações responsáveis por esse sentimento positivo é, sem dúvidas, o Velozes e Furiosos Show. Com um nome de gosto um pouco duvidoso (sem querer subestimar o valor da marca), as manobras que acontecem ali nem precisavam ser atreladas à franquia de Hollywood, pois tem seu brilho próprio (sem falar que os trechos de cinema são chatos). Perseguições entre carros, de carros à moto e à caminhão, recheadas de manobras arriscadas que levantam o público e demonstram extrema habilidade dos profissionais ali presentes. Como a apresentação acontece logo pela manhã, é um excelente cartão de visitas do mundo fantástico de Beto Carrero, causando a sensação que o dia já começou bem.

Talvez o show fosse mais conhecido se fosse próprio e com um nome único ou talvez a marca da franquia aumente o apelo com seus fãs (existe?). Para esse dilema, é possível que nunca tenhamos resposta, mas a certeza é de que as pessoas do resto do Brasil precisam conhecê-lo e assisti-lo, ainda que seja pela TV ou internet. Vale muito a pena e, o que o deixa ainda mais especial, só existe aqui no Brasil.

Por Mateus


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Kamitsu

Arashiyama (Quioto), Sagano Bamboo, 04/06/2017.

Procure por imagens de Arashiyama no Google e descubra a floresta de bambu de Sagano, um dos lugares mais lindos que você já viu por foto. Leia a respeito e fique bastante encantando ao saber que é uma floresta de bambus, no mais absoluto silêncio, onde só se ouve o som oco dos troncos se chocando e das folhas balançando com o vento. Fique tão empolgado com essa imagem mental que se esqueça que a floresta fica na ásia, continente responsável por abrigar cerca de 60% dos humanos…

Sagano bamboo é realmente um lugar lindo e os sons descritos acima são mesmo frequentes, o problema é que eles não são exclusivos, dividem a atenção dos tímpanos com vozes, de muita gente. Tirar foto então, é uma tarefa praticamente impossível (repare a quantidade de pessoas na trilha embaixo da foto). A floresta fica completamente lotada de turistas, quase todos asiáticos. Esse é um fenômeno comum em todos os pontos de interesse do Japão (quiçá da Ásia), o que prejudica bastante a experiência. Talvez a deixe mais divertida, mas certamente atrapalha o sentimento esperado para aquele lugar.

A solução é abstrair as vozes, esquecer as fotos, caminhar olhando para cima e contemplar exclusivamente a quantidade de bambus ali presente, há mais de 1000 anos. Pois, se a floresta está kamitsu de gente, é porque existe algo de especial nela. E de fato existe, é só abstrair.

Por Mateus


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Simulada

Las Vegas – NV, Caesars Palace, 09/05/2015.

Nova Iorque, Cairo, Paris, Veneza, Idade Média, Roma antiga… tudo isso em uma só cidade, ou melhor, tudo na mesma rua.

– É exagerado?
– É.
– É cafona?
– Também.
– Mas é divertido?
– Muito.

Vegas não é, nem de longe, uma das maiores ou melhores cidades do mundo, mas é, sem dúvida, uma das mais legais. Nela pode-se fazer tudo (ou quase) sem nenhum stress. Pegar táxi, metrô ou ônibus? Esqueça. Como tudo fica na rua principal, a Strip, e as poucas coisas que não estão lá, estão bem perto, nenhum transporte público é necessário. Os deslocamentos entre as atrações, quase sempre nos famosos hotéis, são curtos e podem ser feitos em pouco tempo, permitindo conhecer a cidade do pecado sem pressa, desfrutando seus prazeres como deve ser. Tudo perfeitamente planejado para que os dólares sejam gastos apenas nos cassinos (que são muitos).

Por isso, boa parte das outras coisas legais são gratuitas, ou bem baratinhas. As únicas preocupações de um turista nutella em Las Vegas são se hidratar e escolher o que fazer. A não ser que ele queira conhecer Vegas raiz… Aí…

Por Mateus


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Aromas

Paraty – RJ, 15/04/2017.

Todas as cidades conhecidas o são por alguma razão, ou várias delas, e o alcance dessa fama depende do quão especial são esses motivos. Pode ser o clima, a culinária, alguma paisagem, eventos culturais ou qualquer um de uma ampla gama de possibilidades. E são esses atrativos que fazem com que os turistas optem, ou não, por esse ou aquele lugar na hora de escolher seu destino. Uma vez conhecido, esse pode surpreender, tanto negativa quanto positivamente. Se for ruim, a explicação deve estar na expectativa exagerada da viagem, mas também pode ser que existam razões ainda melhores que as previamente conhecidas. E esse sentimento gratificante é evidente em Paraty, no extremo sul do estado do Rio de Janeiro. Por dois motivos.

O primeiro é o fato da cidade se encher de água à medida que a maré sobe. Na boa, ir pra cidade sem ter essa informação deveria ser obrigatório, uma vez que parte da graça está em ser surpreendido pela água enchendo as ruas no final da tarde (desculpa aí ¯\_(ツ)_/¯). Já o segundo motivo é a viagem no tempo que o combo “cidade histórica + mar” proporciona. Cidades históricas de uma maneira geral já dão essa sensação, mas quando se chega ao município pelo costa, vindo do oceano, de onde os europeus vinham,  vendo a vista que eles tinham à época, já que quase nada mudou, aumenta bastante esse sentimento.

Uma vista antiga, da época que o Brasil ainda cheirava à leite e que pode ser vista hoje, em um Brasil que cheira à mofo.

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Por Mateus


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Resiliência

Hiroshima (Hiroshima), Memorial da Paz de Hiroshima, 05/06/2017.

Construída em 1915, a cúpula da prefeitura de Hiroshima estava no lugar errado, trinta anos depois, em 1945 (mais precisamente, no dia 06 de agosto). Situada a apenas 150 metros do local onde a bomba explodiu, foi a construção mais próxima que resistiu ao impacto e sua preservação, ou não, foi discutida por muitos anos. Países que participaram da guerra, não gostaram da ideia de que o conflito tivesse um lugar para ser relembrado, minimizando suas consequências e, principalmente, as vítimas que o Japão também deixou. Mas, felizmente, a estrutura foi mantida e, hoje, a cúpula de Genbaku (como ficou conhecida) é considerada Patrimônio Mundial da Humanidade, pela UNESCO, podendo ser visitada por qualquer pessoa que esteja na cidade de Hiroshima. As ruínas fazem parte do Memorial da Paz, um complexo de monumentos e museu que serve como um local de reflexão e não de recordação, como alguns temiam.

As paredes que restaram de pé, contam uma triste história, de como o ser humano pode desumanizar o outro, coisificando pessoas e o autorizando a cometer barbáries, como essa. Uma testemunha “viva” de uma tragédia que não deixou sobreviventes, pelo menos não estando tão perto do epicentro. Uma construção velha, caindo aos pedaços, mas com mais riquezas que os prédios erguidos na nova cidade de Hiroshima.

Por Mateus


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Passagem

Fushimi (Quioto), Fushimi Inari-taisha, 04/06/2017.

Aproximadamente, 40% da população japonesa declara não ter religião mas, tradicionalmente, o país é dividido em duas delas: budismo e xintoísmo. De tamanhos variados, os templos budistas e os santuários xintoístas são muito comuns e uma pequena caminhada pelas cidades do país é suficiente para encontrar vários deles. Diferenciá-los, entretanto, é bem fácil, santuários possuem, em sua entrada, um torii, o tradicional portão japonês. Separando o mundo dos homens do mundo dos deuses e proibindo a passagem de demônios, os torii são marca registrada da cultura e arquitetura japonesa.

Se um torii tem a função de guardar a entrada, o que dizer do tempo Fushimi Inari-taisha, em Quioto que possui cerca de 10.000 deles? Bom, crenças à parte, o templo construído em 711 é um pontos mais bonitos do Japão. O caminho (enorme!) formado pelos portais vermelhos são fascinantes, principalmente quando se consegue se dispersar da multidão de turistas.

Por Mateus


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Anagrama

Quioto (Quioto), 04/06/2017.

Tóquio é a maior cidade do mundo. Com mais de 36 milhões de habitantes, ocupa esse posto com folga, pois na segunda posição, Nova Déli possui pouco mais de 20 milhões de pessoas em suas dependências. Antigamente, antes de se tornar a capital japonesa, a cidade se chamava Edo, mas para assumir o cargo, ocupado por Quioto, precisou ser rebatizada. O novo, e atual, nome faz referência à posição relativa entre as duas, e significa, literalmente, Capital do Leste.

Se a etimologia da palavra dá a noção equivocada da distância entre elas (Leste e Oeste induz a pensar que estão, cada uma em uma das metades do globo), as diferenças entre ambas faz o mesmo efeito. Ao visitá-las, pode-se não acreditar que estão a “apenas” 450 quilômetros de distância. De um lado, prédios gigantes, exagero de neon, trânsito, trens, pessoas, turistas e o contraste das luzes com o cinza dos prédios, do outro, diametralmente oposto, exatamente o contrário. Casas tradicionais, verde, silêncio e nativos estranhando a presença de gente esquisita.

Não se conhece o Japão sem conhecer Tóquio. Não se conhece o Japão sem conhecer Quioto. Complementares, juntas contam a história de como a ocidentalização influenciou a cultura daquele país e Quioto fica responsável pela metade tradicional. Distintas, parecem ser o inverso uma da outra, como os próprios nomes sugerem: to-quio, quio-to.

Por Mateus


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Gente

Hiroshima (Hiroshima), Museu do Memorial da Paz de Hiroshima, 05/06/2017.

O mundo sabe, há mais de 70 anos, as dimensões do desastre que foi o lançamento de uma bomba nuclear em Hiroshima: cerca de 140.000 japoneses mortos. 140.000 japoneses mortos são só 140.000 japoneses mortos, nada além disso. 140.000…

É só um número, frio como deve ser, apenas seis algarismos digitados ou dois segundos para pronunciar. Afinal, o Japão é tão longe daqui e o povo é tão diferente da gente que nos compadecemos apenas por compadecer pois somos humanos. Logo, precisamos nos compadecer. O que iriam  pensar de nós se não sentíssemos muito?

Muita gente, mas foi tão longe e tem tanto tempo que já passou, vida que segue… Até o momento em que você é obrigado a olhar nos olhos deles. Eles que estavam lá, eles que morreram lá… Aí, pouco importa se eram japoneses, se foi longe demais ou se tem muito tempo. Eram pessoas, não são apenas números.

O mundo sabe, há mais de 70 anos… Mas às vezes parece se esquecer.

Por Mateus


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Em branco

Himeji (Hyōgo), Himeji-jo, 05/06/2017.

Oitocentos quilômetros! Essa é a distância que separa Tóquio de Hiroshima. Se fosse em um país normal, esse percurso demoraria quase dez horas (de carro) ou, se fosse no Brasil, quase um dia inteiro (por conta das nossas estradas). Mas essas cidades ficam no Japão e, por isso, essa viagem pode ser feita em apenas quatro horas e meia dentro de um Shinkansen, o famoso trem-bala. O diferencial do transporte público japonês é tanto que vai muito além da velocidade e do tempo, mas também engloba a organização. É tão fácil utilizá-lo que até quem nunca tinha visitado o país consegue fazer estripulias e, além de viajar por longas distâncias (como essa), fazer paradas no caminho para conhecer cidades pouco conhecidas, como Himeji.

Himeji dificilmente entraria no roteiro de um turista, apesar de ser uma graça e muito gostosa, se não fosse por sua principal atração: o Himeji-jo ou, em bom português, o castelo de Himeji. Por alguns segundos, dentro do trem para Hiroshima, se vê o castelo no horizonte e, se o seu vagão for o de estrangeiros (é, isso acontece), pode-se ouvir alguns “uaus”. Sua beleza surpreende até o mais bem informado dos viajantes, que já esperava vê-lo por ali. Mas o Google Street View não consegue passar a emoção de ver pessoalmente. Que bom! Se a informação não evita a surpresa, ao menos conforta ao saber que, na volta, ele será visto de perto.

Obrigado Google Maps.
Dōmo arigatō Shinkansen.

Por Mateus


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Lagoa dos Tamoios

Rio de Janeiro – RJ, Lagoa Rodrigo de Freitas, 07/01/2015.

Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos pontos mais conhecidos da cidade mais famosa do Brasil. Mas, quem foi Rodrigo de Freitas? Para explicar, é preciso voltar no tempo, e muito. Voltar desde a época em que o Brasil ainda engatinhava, que acabara de ser descoberto…

Quando os portugueses começaram a ocupar a cidade do Rio de Janeiro, a área, onde hoje é a lagoa, era habitada pelos índios Tamoios e eles a chamavam de Piraguá (enseada dos peixes). Porém, com o intuito de tomar a região, o então governador da Capitania do Rio de Janeiro, Antônio Salema, espalhou roupas de pessoas que morreram em decorrência de varíola por toda a terra que margeia o corpo d’água, disseminando o vírus e exterminando os índios. Alguns anos depois, o vereador da cidade Amorim Soares adquiriu as terras e a região passou a se chamar então Lagoa Amorim Salles, mas logo foi rebatizada de Lagoa do Fagundes, quando o ex-dono foi expulso da cidade e seu sobrinho, Sebastião Fagundes Varela, a herdou. Oitenta anos depois, sua bisneta se casou com um jovem militar português, de nome (adivinhem) Rodrigo de Freitas e, para agradá-lo, batizou as águas com o nome de seu marido. Mas, infelizmente, a moça, 17 anos mais velha que o rapaz, morreu apenas cinco anos depois de se casar e o destino do viúvo foi retornar para Portugal.

Arrendada  diversas vezes, a lagoa só deixou de ser propriedade privada quando a Família Real chega ao Brasil, em 1808. Estabelecido na cidade maravilhosa, D. João VI resolveu instalar, em seus arredores, o “Real Horto Botânico” (atual Jardim Botânico do Rio de Janeiro). A partir daí, a Lagoa Rodrigo de Freitas ganha importância mas, continuaria batizada com o nome do marido da bisneta do sobrinho de um dos vereadores de um governo assassino de índios.

O nome já é bem consagrado mas, convenhamos, é completamente injusto. Se essa lagoa fosse minha, ela seria homônima a esse post.

Por Mateus


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Anarquia

Brumadinho – MG, Inhotim, 23/04/2016.

Vigas de aço, enormes, pesadas, toneladas de metal caindo de 45 metros de altura, soltas de um guindaste sobre uma piscina de concreto, criando um aspecto completamente aleatório e caótico. A ideia do autor, Chris Burden, para a obra Beam Drop, é questionar, de maneira impactante, a estabilidade de objetos tão poderosos. Reproduzida em 2008 em Inhotim, a partir do original de 1984 (já demolido), a obra, de 32 anos atrás parece uma profecia do tempo em que vivemos. Tempos anárquicos, onde o poder já não é mais o mesmo de antigamente.

Governos instáveis, volúveis, vulneráveis às massas, democráticas ou de manobra, sintomas de sociedades que não respeitam mais seus líderes. Isso é bom, claro, mas muito preocupante. Medo nunca é bom, tampouco o caos.

Quedas de gigantes podem ter um resultado lindo, mas não deixam de ser assustadoras.

Por Mateus


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Combo

Vassouras – RJ, Morro da Vaca, 11/10/2015.

Para atrair visitantes, dentre outras características, os locais precisam ser bonitos ou possuírem uma vista amplamente privilegiada. Mas alguns deles, geralmente os que foram construídos em pontos elevados, conseguem ter os dois. Talvez o exemplo mais clássico, e também mais grandioso, seja o Corcovado, no Rio de Janeiro, onde um dos monumentos mais lindos do mundo coexiste com uma das vistas mais incríveis. Mas existem outros, menos importantes, mas também especiais.

Um desses lugares é o Morro da Vaca, em Vassouras. A igreja matriz de Nossa da Conceição se destaca, com suas paredes em um branco brilhante, que contrastam com o verde vivo da grama e o azul do céu (quase sempre nessa cor, pelo menos nas vezes que estive lá). A visão “de baixo”, aos pés do morro, é linda e, por isso, quase todas as fotos de lá, são desse ângulo. Mas, quem se aventura a subir o morro, não se arrepende. Uma visão panorâmica da cidade, e arredores, complementada por palmeiras antigas e enormes e pela beleza dos casarões do centro histórico da cidade. Do alto, longe da cidade, se consegue sentir um pouco do clima “de época” que a cidade ainda exala.

É sempre importante (tentar) conhecer os dois (ou mais) lados. Em qualquer sentido que essa frase possa vir a ter.

Por Mateus


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Naturalmente

Nova Iorque – NY, Central Park, 04/08/2014.

Buzinas, sirenes, metrô… o distrito de Manhattan tem sua própria trilha sonora. Caótica mas, como é intrínseca à uma das cidades mais encantadoras do mundo, ganha seu charme de lambuja. O que não faz com que seja agradável. Para aumentar a poluição auditiva, junte a esses sons o das músicas que tocam nas lojas e o de centenas de pessoas (centenas mesmo) à sua volta, conversando em diversos idiomas ao mesmo tempo. São decibéis para ninguém botar defeito… Um charme! Mas só porque é lá. Porém, bem no meio da ilha, existe um lugar onde se consegue encontrar a paz, ainda.

No coração da “selva de concreto”, o Central Park é um oásis de tranquilidade, alheio à loucura da Grande Maçã (como é conhecida a cidade de Nova Iorque). Repleto de verde e de pessoas se exercitando, que contrastam com o cinza dos arranha-céus e com o estilo de vida insalubre da cidade, respectivamente, o parque é um confronto a céu aberto da natureza com o progresso. Um recanto natural em meio a tantas construções, mas nem tão natural assim.

Toda a natureza ali presente, incluindo  a fauna, foi projetada juntamente com a ideia concebida de um recanto para a cidade, em meados do século XIX, onde a população quadruplicara nas primeiras décadas. Tanta gente se mudando para a metrópole exigiu que vários prédios fossem erguidos e aglomerados, acabando com o que restava de natureza. Até que, após muitas reivindicações, o governo estadual cedeu o espaço e foi  então construído o parque, meticulosamente planejado.

Naturalmente, Nova Iorque é o que é justamente por conta de suas profusões, de pessoas e de prédios comerciais, mas se não fosse pelo Central Park, naturalmente, a cidade não teria resistido.

Por Mateus


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Alagada

Paraty – RJ, Centro histórico de Paraty, 14/04/2017.

Paraty é uma cidade única! Mas, como essa expressão é utilizada de maneira indiscriminada, pode-se pensar que, nesse caso, é um tanto exagerada. Mas, felizmente, não é.

Para quem mora no estado do Rio, pertinho de Minas, o termo “cidade histórica” é prontamente associado às cidades setecentistas mineiras. Uma vez que apenas Paraty e a capital do estado ainda guardam, com representatividade, as características da época. Entretanto, como a cidade do Rio de Janeiro cresceu muito de lá para cá, elas estão diluídas no meio de prédios e construções recentes, disputando com outras qualidades marcantes. Portanto, é estranho estar em um município fluminense e ver apenas ruas de pés-de-moleque e as construções da época do Brasil colonial. Por isso, dentro do centro histórico da cidade, é comum, em momentos de distração, pensar que se está em Minas Gerais. A perplexidade fica ainda maior quando se encontra com o mar, ainda no meio das construções de mais de duzentos anos.

Ser uma cidade histórica, no litoral, já faria de Paraty uma cidade especial, mas não é só isso: suas ruas antigas ainda guardam uma surpresa aos turistas mais desavisados. Construídas ao nível do mar, sobre solo arenoso, elas são vulneráveis à maré e, ao cair das tardes, vão se enchendo lentamente de água, dando à cidade seu maior charme. Uma cidade com as noites alagadas, encantadora e linda…

Desculpe estragar sua surpresa, caso ainda não conheça a cidade, mas se ainda não tinha visitado Paraty, talvez esse seja o motivo que faltava. Vá logo.

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Antropia

Balneário Camboriú – SC, Molhe da Barra Sul, 22/04/2017.

Praias, a simples combinação de mar e areia é suficiente para atrair pessoas. Das mais simples às mais bonitas, se tem praia, tem gente. E, como não poderia deixar de ser, quanto mais bela, mais disputada e, é claro, quem tem mais dinheiro, tem lá suas vantagens. Resorts, casas de praia, ou “apenas” apartamento com vista para o mar, privilégios de poucos, que estragam a paisagem que deveria ser de todos, ou ainda pior, se o local for muito especial, alguém comprar e mandar fechar, deixando-o exclusivo (leia aqui).

Mas, nem sempre a crítica feita no parágrafo anterior é verdadeira: a bela Praia Central, em Balneário Camboriú é um exemplo. Enorme, com uma grande faixa de areia, atraiu muitas pessoas para seus domínios e, com isso, sua costa possui uma grande densidade de prédios. Mas, essas construções, por outro lado, ao invés de prejudicarem a beleza natural do litoral catarinense, se combinaram perfeitamente e, harmonicamente, enriqueceram a paisagem ao longo dos seus sete quilômetros de extensão, fazendo com que a praia ficasse ainda mais bonita.

É… nem sempre as ações egoístas dos homens estragam…

Por Mateus


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Complexo

Penha – SC, Beto Carrero World, 22/04/2017.

Segundo estimativas, aproximadamente um milhão de brasileiros visitam, anualmente, os parques da Disney, em Orlando, e, segundo os dados oficiais, em 2015, dois milhões de pessoas, majoritariamente brasileiras, visitaram o Beto Carrero World, em Santa Catarina. Longe de querer comparar os parques, esses números dão a sensação de estarem um tanto quanto desbalanceados.

Talvez pese contra o Beto Carrero o fato de sua imagem ser muito SBTlizada, pelo menos para quem cresceu vendo suas aparições dantescas na TV, nos anos 90. E esse talvez seja, humildemente, o único conselho aos seus administradores: propaganda. Para muitos brasileiros, o espírito do parque ainda é fortemente atrelado à essa época. Entretanto, essa ideia preconcebida está, como quase todas, errada. Com espetáculos únicos, como o Velozes e Furiosos Show (que é incrível!), as atrações impressionam os visitantes, tanto os que vão pelos shows quanto os mais aventureiros. Por sinal, no quesito aventura, o Beto Carrero World não fica devendo nem mesmo ao Universal Orlando Resort, com brinquedos como a Free Fall e a FireWhip, que são realmente bem ousadas. Além disso, apesar de o Magic Kingdom, principal parque do complexo americano, ter 43 hectares, contra 14 do cowboy brasileiro, o conforto aqui é muito maior, uma vez que o número de visitantes é consideravelmente menor.

É bom deixar claro que Penha não é Orlando, Beto Carrero não foi Walt Disney e o Brasil nunca será os Estados Unidos, mas experiências por experiências, visitar o parque brasileiro é bem mais divertido do que o complexo americano e com uma relação custo/benefício muito mais vantajosa. E se fosse possível escolher um dos parques para voltar hoje, minha viagem seria curtinha…

Por Mateus


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Tempos modernos

Rio de Janeiro – RJ, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, 09/09/2015.

A cidade do Rio de Janeiro é completa: naturalmente, uma das mais bonitas do mundo, sua arquitetura também se destaca e, como se isso não bastasse, é histórica, com construções centenárias que vêm desde a época em que era a capital do império do Brasil. Um desses edifícios é o Theatro Municipal.

Capital da jovem república brasileira, o Rio de Janeiro era a cidade mais importante do país e, apesar disso e da sua vida cultural intensa, não dispunha de um espaço adequado, à época, para os espetáculos que recebia. Foi então que, junto com a república e o século XX, vieram os planos para a modernização do centro da capital. Dentre desse contexto, a construção de um novo teatro estava prevista e o mesmo foi inaugurado em 1909. Curioso é que, da autorização das obras à inauguração, passaram-se apenas quatro anos e meio. Para um prédio monumental como esse, um recorde. A fim de comparação, a reforma para as comemorações do centenário do Theatro Municipal, realizadas cem anos depois (obviamente) duraram quase três anos.

Sinal dos tempos…

Por Mateus


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Entrada

Foz do Iguaçu – PR, Parque nacional do Iguaçu, 08/06/2011.

A primeira impressão das Cataratas do Iguaçu, ainda em seu primeiro ponto de observação, é indescritível: do alto, sentimos a umidade das gotas d’água espalhadas pelo ar e, de cara, vemos arco-íris formados por elas, que complementam e enriquecem a paisagem. Esse é o seu “humilde” cartão de visitas: inúmeras e enormes quedas d’água, ao fundo e, entre elas e o mirante, o colorido dos arcos. Mas, apesar da vista deslumbrante, não são os olhos os responsáveis pelas sensações que mais marcam ali.

Parece loucura dizer que, em um dos lugares mais bonitos do Brasil, a paisagem é ofuscada pela grandiosidade e força das águas. Talvez isso explique o porquê de, por mais bela que seja a foto, ela nunca vai conseguir imprimir a sensação e beleza que só se tem ao estar ali. Pois, ainda que de longe e do alto, já se consegue sentir o chão vibrando, devido ao peso de tanta água caindo ao mesmo tempo. É realmente impressionante! Tão impressionante que, ainda no ponto de descida do ônibus, pode-se questionar o motivo de se fazer toda a trilha indicada. Afinal, para que andar tanto se “o melhor está ali”, diante dos olhos? Ledo engano, pois tudo o que se sentiu, ainda no início, será largamente amplificado, tanto o que os olhos viram, quanto o que o corpo sentiu. Tomara que ninguém tenha feito essa escolha…

Se, no começo, percebe-se a grandeza das cataratas, ao fim, tem-se a certeza do quanto somos pequenos.

Por Mateus


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Capital

Brasília – DF, Praça dos Três Poderes, 20/07/2010.

Era uma vez, um lugarzinho no meio do nada, no centro de um país enorme, mas com poucas pessoas morando lá. Um lugarzinho no planalto, onde não se vê nenhuma montanha, com horizontes de terra e onde o ar é tão seco que as plantas passam meses com tons alaranjados. E foi justamente esse lugar, até então despretensioso, sem grandes aspirações, que foi o escolhido para ser a capital federal desse país latino-americano.

Só que nesse lugarzinho tinha um problema: nele, não morava ninguém. Como seria construída uma cidade inteira, a mais importante de todas, se ali não existia uma única mão para trabalhar? Foi preciso então trazer de fora. Mãos calejadas, sofridas, vindas de todos os cantos do país, principalmente as que viviam por perto. E assim foi feito. Chegaram trabalhadores de diversos lugares e, embora numerosos, eram chamados de candangos – termo africano que significa “pessoa desprezível”. Dois desses candangos morreram em acidentes de trabalho, durante a construção da cidade e, em sua homenagem, um monumento foi colocado ali para que ninguém jamais se esquecesse deles. Homenagem póstuma aos dois trabalhadores eternamente abraçados, mas extensiva a todos os outros, pois se não fosse por eles, a cidade não existiria.

A cidade, alguns anos depois, estaria de pé, linda, mas com memória curta: jamais se lembrou dos candangos, sempre marginais em suas prioridades. Mas de uns anos para cá, o jogo virou e as mãos calejadas deixaram de ser submissas. E foi justamente aí que elas começaram a incomodar e se tornaram papel principal, mas dessa vez como alvo, num claro movimento para que voltem à sua condição anterior: desprezíveis, baratas.

Ou as mãos se abraçam, como os trabalhadores homenageados, e lutam pela sua preservação, ou serão apenas lembradas  em monumentos hipócritas.

Por Mateus


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É logo ali

Orlando – FL, Epcot, 17/10/2016.

Depois de provar o vinho italiano ouvindo a Tarantella (ou tomar sorvete ou os dois), dar uma passadinha no Biergarten para beber a típica cerveja da Bavária e cruzar a ponte: As Reflexões da China.

Quando se pensa no World Showcase do Epcot, o melhor parque da Disney World (de longe), pode-se pensar que são apenas réplicas frias e hollywoodianas dos países em questão, mas não são. A ambientação dos cenários é bem imersiva e, em alguns momentos de distração, o cérebro acha mesmo que está em tais lugares. Mas também não é à toa, a caracterização é completa, desde as lâmpadas até as maçanetas, tudo é uma representação regionalizada. Absolutamente nada passa despercebido e nada parece ser fake. A começar pelos sotaques: 100% das pessoas que trabalham nos “países” são nativos do próprio país, ou seja, você é atendido na “China” por pessoas de olhos puxados, olhares tímidos que se abaixam ao menor contato visual e que falam um inglês monossilábico, talvez o mais fácil de se entender ali. E a comida? Pato! Pelo menos em outubro de 2016 e se você não for bobo o suficiente para pedir frango ou camarão.

Assim é o padrão Disney: você sai da Alemanha, atravessa uma ponte, vê o brilho do telhado azul do Templo do Céu e mergulha de cabeça na China. Com seus temperos, trejeitos e sotaques. E como em Orlando, tudo precisa ser perfeito: sem medo de provar a comida. Mas talvez isso apenas os brasileiros tenham.

Por Mateus


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Oco

Petrópolis – RJ, Palácio Quitandinha, 04/07/2015.

Genialmente pensada,
cuidadosamente planejada.
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Meticulosamente construída,

uma piscina em formato de piano,
glamour e requinte combinados.
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Combinando com o clima da serra,

águas quentes, climatizadas aos bel-prazeres.
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Convidados famosos,

pessoas ilustres,
artistas até de Hollywood.
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Mas, como tudo na vida,

também acabou.
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Hoje fechada,

inacessível,
tocada apenas por impressionados olhares.
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Olhares curiosos lançados a ela,

melhor ainda se forem também criativos.
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Imaginando festas,

conversas e galanteios,
elegantes e pudicos cortejos.
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Vazia, totalmente vazio,

pior do que qualquer pessimista pode dizer.
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Vacas gordas de outrora,

mas nem tanto,
as distintas damas tinham de ser elegantes.
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Vacas magras…,

se é que ainda restou alguma.
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Cortinas fechadas,
fim do show,
e esse não vai continuar.

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____________________
Sem registro, nem história,

quem viveu, já não pode mais contar.
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Lembranças inventadas,

seguramente distorcidas.
____________________
____________________
Cada um com a sua verdade,

desde que não conflitantes,
pois, nesse caso, a minha estará certa!

Por Mateus


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Hereditário

João Pessoa – PB, Centro Cultural de São Francisco, 18/07/2014.

Embora tenha sido um fenômeno mundial, quando alguém que mora no sudeste brasileiro ouve falar em barroco, logo surge à mente as inevitáveis imagens das velhas cidades de Minas. Entretanto, tal correlação só surge em nossas reduzidas mentes, pois igrejas com esse estilo artístico existem em todo o Brasil e no mundo, até mesmo na Ásia portuguesa.

Um excelente exemplo da penetração barroca em nosso território é o Centro Cultural de São Francisco, em João Pessoa – PB. Um complexo riquíssimo que conta com um convento (construído no século XVI), uma igreja, uma capela, um forte e diversas outras pequenas construções em estilo barroco, no extremo norte do Brasil. Dentro das igrejas, incríveis tetos com pinturas tridimensionais (que chegam a hipnotizar), altares carregados de ouro (muito mesmo) e paredes talhadas em madeira que impressionam de tantos detalhes. Tudo isso, dá a certeza de que trocar um dia de praia pelo passeio urbano e cultural vale a pena, e como. E todas essas coisas são tão antigas quanto bem preservadas. Parabéns aos responsáveis pela manutenção do local.

Conhecer o centro cultural de São Francisco é, além da perplexidade causada pela beleza do que já foi citado, um choque cultural, causado pela desconhecimento de que características tão mineiras, pelo menos para nós, também existem lá em cima, bem longe de Minas. Por conta disso, visitar o centro histórico da capital paraibana é quase tão obrigatório quanto ir às belas praias de seu litoral. E olha que elas são lindas.

Por Mateus


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Pano de fundo

Tiradentes – MG, Igreja Matriz de Santo Antônio, 27/11/2016.

Algumas cidades mineiras compartilham mais do que a história, o charme e a arte barroca: dividem também a proteção da Serra de São José.

Doze quilômetros de silício em quartzo, com até 2000 metros de altura, a serra pode ser vista de vários municípios da região dos Campos das Vertentes. Imponente, a formação rochosa separa Tiradentes de São João del Rei, além de pintar de verde o horizonte de boa parte das fotos tiradas naquele pedaço charmoso de Minas. Há quem diga que no topo das montanhas existe uma enorme quantidade de libélulas. Essa informação deve mesmo ser procedente, pois já foram catalogadas, pelo menos, 128 espécies do intrigante inseto em seus hectares.

Um ecossistema gigantesco, praticamente inexplorado, onde já foram encontradas centenas de espécies de vegetais e animais (até mesmo ameaçados de extinção). Apesar de tamanha riqueza natural, infelizmente, para boa parte das pessoas, a Serra de São José serve apenas como cenário, pano de fundo, para as cidades turísticas que a cercam.

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Sob o domo

Barbacena – MG, Basílica de São José Operário, 13/05/2016.

Um projeto de réplica, uma justa homenagem e uma provável frustração: um sonho de um padre megalomaníaco que, infelizmente, por falta de verba, não pode ser concluído.

Admirado pela basílica mais famosa do mundo, a Basílica de São Pedro, a do Vaticano, o Padre Hilário da Motta Barros decidiu reproduzi-la na simples cidade de Barbacena. Mas como o dinheiro foi insuficiente (foram os próprios operários das fábricas que custearam a obra), apenas alguns elementos originais foram mantidos, entre eles o formato de cruz grega e a abóbada central. A vista desse desenho em cruz, o mais belo dos pontos de vista da igreja é, infelizmente, bastante exclusiva. Devido à sua localização, um dos pontos mais altos da cidade, seu contorno só pode ser observado de helicóptero, avião ou imagens de satélite, bem menos glamourosas.

Outro ponto interessante sobre a igreja mais famosa de Barbacena é que é a única basílica do mundo a homenagear São José Operário. Embora não existam registros, pelo menos não disponíveis on line, é difícil não pensar que o santo homenageado não foi escolhido pelo fato de simples trabalhadores terem custeado a construção. Até que se descubra  que já existia outra igreja homenageando o padroeiro dos trabalhadores na cidade. Aí a ideia passa ser que os mesmos se esforçaram para construir uma bela homenagem ao seu santo protetor.

Desde a concepção até a escolha do padroeiro, passando pela arquitetura, não se pode negar que a basílica de São José Operário é uma igreja única, embora seja concebida como uma réplica.

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Compadecida

Cabaceiras – PB, Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, 17/07/2014.

Na parede dos fundos da igreja, uma pintura de Nossa Senhora da Conceição retratada, como sempre, rodeada de anjos que evidenciam sua pureza. Mas a santa imaculada, pelo menos essa em questão, não pode se dizer livre de pecado pois, sob seu olhar piedoso, ocorreram quatro assassinatos, inclusive o do padre da igreja e de seu bispo. Nesse caso, o poder de intercessão da santa foi inútil e as vítimas foram executadas friamente. Felizmente, os crimes mencionados aconteceram de fato, mas em uma obra de ficção. Os fatos narrados fazem parte de “O Auto da Compadecida“, uma série, posteriormente transformada em filme, baseada na obra de Ariano Suassuna. Exibida em 1998, a série foi sucesso em todo o Brasil e apresentou personagens até hoje vivos na memória coletiva brasileira como João Grilo, Chicó, o padeiro e sua esposa animada.

As filmagens foram feitas em Cabaceiras, no interior da Paraíba, uma cidadezinha que respira cinema e, para onde quer que se olhe, se vê um set de algum filme nacional, como a igreja da cidade. Conhecida como Róliude Nordestina, a cidade é bem diferente da sua prima rica. Ao invés de pessoas fantasiadas pedindo dinheiro para comer e turistas do mundo todo sentados na calçada da fama, o que se vê são bodes por todo lado e poucas pessoas com coragem para enfrentar o sol e sair na rua. Ao invés de sets em estúdios milionários, pequenas contruções rudimentares de barro, onde cenas bem menos glamourosas foram rodadas, mas com a mesma magia e muito mais paixão, certamente.

Como essa cidadezinha, no meio do nada, ganhou fama mundial e passou a competir com Hollywood?

Não sei, só sei que foi assim…

Talvez o seu Zé do Cila saiba, já que ele parece saber tudo sobre os filmes ali rodados, tendo atuado como dublê em vários deles, o que o transformou em, segundo o próprio, “famoso internacionalmente”.

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Resistência

Chiador – MG, Chiador Estação, 04/09/2016.

Pedras, pedrinhas,
de tamanhos variados, mas
ainda assim, pedrinhas.

Unidas, arranjadas,
empilhadas, uma a uma
juntas por algo maior, bem maior.

Juntas e centenárias,
resistindo em grupo,
por mais de 120 anos.

Trabalhando em equipe,
suportando todas as agressões impostas pelo tempo:
chuvas, vento, raios, sol…

Algumas já se foram,
sucumbiram à luta,
mas quem fica conta a história toda.

120 anos…
apenas pedras, mas…
quando juntas…

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Cúmplice

Ponte Internacional da Amizade – Divisa entre Foz do Iguaçu e Ciudad del Este, Ilha Acaray, 06/06/2011.

Quando se cruza, a pé, a Ponte da Amizade, alguns sentimentos se destacam: o medo da fiscalização (na volta), a expectativa pelas compras (na ida), a curiosidade pelas pessoas que estão fazendo o mesmo trajeto e por uma ilha, à direita de quem vai para as terras paraguaias. Um monte de terra, cercado pelo leito do rio Paraná, testemunha dos crimes ali cometidos e, como nunca acusou ninguém, cúmplice dos incontáveis contraventores que por ali já passaram.

E não foram poucos, pois a estimativa da idade da Ilha Acaray – ou Ilha das Cobras, é de cerca de 60 milhões de anos. A maior curiosidade a seu respeito, vem da época em que os os engenheiros realizavam estudos para a construção da Ponte da Amizade. Durante a avaliação do solo, perceberam uma grande infiltração de água nas rochas da ilha, o que levou a posterior conclusão de que a ilha, na verdade, seria um vulcão adormecido, sem qualquer atividade remanescente. O que ainda causa um certo medo em seus vizinhos. O nome da ilha em tupi, Acaray, é uma homenagem a tribo indígena dos Acarayenses, nativa da região e devastada pelos espanhóis. Por sua vez, o nome em português vem da grande variedade de serpentes encontrada em seus domínios, trazidas pela água do rio. E, apesar da idade bem avançada e dos delitos por ela acobertados, a ilha resiste e é uma grande reserva ambiental, com diversas espécies de animais e vegetais sobre seu solo. Mas tamanha riqueza já esteve ameaçada…

Em 1995, durante o governo FHC, a Folha divulgou uma matéria onde revelava que a Marinha do Brasil chegou a informar que venderia a ilha, por pouco mais de um milhão e meio de reais, uma pechincha, até mesmo para a época. Felizmente, essa história não foi adiante e uma ilha com tantas histórias ocultas permanece praticamente intacta, preservada, apesar dos pesares.

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UV

Três Rios – RJ, Beira-Rio, 12/02/2017.

Domingo,
trânsito interrompido,
carros impedidos,

centenas de metros disponíveis,
sob o sol escaldante,
dezenas de graus centígrados,
calor arrasador,
asfalto derretendo borracha,
sem qualquer alívio,
completamente entregue,
sem proteção,
sem verde,
com exceção das pobres folhas dos coqueiros plantados,
afastando quem deveria aproveitá-lo,
no único dia que está disponível,
pois amanhã voltarão os carros.

Por Mateus


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Fenda

Filadélfia – PA, Independence Hall, 06/08/2014.

Apregoareis liberdade na terra a todos os seus moradores
LEV. XXV X.

O Sino da Liberdade é um dos maiores símbolos da Independência dos Estados Unidos. Encomendado em 1751, entregue em 1752 e pendurado em 1753, foram suas badaladas que anunciaram a leitura da Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776, e todas as etapas importantes que antecederam tal fato.

Independentes, os americanos que eram contra a escravidão dos negros, passaram a utilizar o “Liberty Bell” como símbolo da luta da abolição da escravatura, assinada nos Estados Unidos somente em 1863. A partir de 1885, até 1915, o sino viajou por várias cidades do país, para reforçar a ideia de que, sobre o solo americano, as pessoas eram livres, de maneira geral e irrestrita. Após essa peregrinação de 30 anos, o sino volta para sua casa, a Filadélfia, onde é exposto até os dias de hoje, no Independence Hall, um complexo de construções nas quais a história americana foi iniciada.

O Sino da Liberdade trincou em seu primeiro toque, mas se manteve firme por 265 anos, propagando a liberdade de quem vive nos Estados Unidos. Liberdade essa que, pela primeira vez em todo esse tempo, parece ter uma fenda. E o pior é que ela parece estar aumentando.

Por Mateus


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Testemunha

Barbacena – MG, Museu da loucura, 13/05/2016.

A água pode lavar o sangue, o chão e as roupas, a memória pode até esconder, mas as marcas… as marcas são eternas.

As vítimas ou encontraram a dignidade na morte ou foram indenizadas, um pagamento que nunca irá reparar os danos, os culpados não podem mais pagar pelo sofrimento causado e o que restou é só a dor dos frutos. Roubados, levados para longe dos úteros insanos: crianças iludidas, jovens desconfiados, inquietação que resulta em remorsos descabidos, encontrados em registros indesejáveis de quem nunca se importou. Afinal, eram apenas doidos.

Mas o mundo mudou. Pena que tarde demais… E as testemunhas não falam.

Por Mateus


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Guardada

Três Rios – RJ, Mirante, 12/10/2015.

Enquanto várias cidades possuem um cristo a lhes abençoar, Três Rios recebe a proteção de seu zeloso anjo da guarda. A subida hostil do mirante da cidade, mais pelo abandono do que pela inclinação, termina com a bela vista do centro trirriense e com a descoberta de um anjo abençoando-lhe. O que é surpreendente pois, da cidade, com exceção das ruas mais próximas ao percurso, até se consegue ver que existe algo no topo da montanha, mas, à distância, é apenas uma escultura indecifrável.

Mas nem tudo são flores. Infelizmente, como quase tudo que é público na cidade, o mirante está completamente abandonado. Pois, para evitar que fosse transformado em motel, carros não têm mais acesso ao local, o que fez da subida um ponto para o consumo de drogas. Os usuários não deveriam assustar, mas acabam assustando e afastando as famílias. Vencidos os desafios da subida íngreme e da coragem, chega-se ao cume e a sensação de abandono só aumenta. A vista é linda e a escultura é interessante, mas a experiência é prejudicada pelo mato, que tem o tamanho dependente da vontade, ou apetite, dos bois e vacas que perambulam por ali. O anjo da guarda também sofre com o descaso, pois não existe uma única placa dizendo de quem é a obra, quando foi instalada e a motivação de sua presença, sugerindo que a colocaram apenas por colocar.

Entretanto, a tristeza com o descaso não é o sentimento predominante quando se visita o mirante, felizmente. Apesar dos pesares, a subida é de uma gostosa sensação de paz, proporcionada pelo mais completo silêncio, quebrado esporadicamente por mugidos. A vista aérea da cidade é realmente muito bonita e admirá-la com a tarde caindo e, de novo, sob silêncio faz valer a pena todos os pequenos desafios enfrentados para chegar ali. Além do fato de se ter a certeza que Três Rios está bem protegida, que repousa sob os braços de seu anjo da guarda abandonado.

Por Mateus


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Esperança

Comendador Levy Gasparian – RJ, Monte Serrat, 06/06/2015.

Falta de nutrientes… é a única forma de não se criar vida em nosso planeta. Seja com excesso de sal, que causa falta de água, seja em altas temperaturas, que também faz o ambiente seco, seja nos polos, sem matéria orgânica ou seja em altas altitudes, sem oxigênio. A limitação da vida é química, ou bioquímica, e é a única maneira de suprimi-la. Porque do contrário, com os átomos necessários disponíveis, ela sempre dará seu jeito.

Um paredão rochoso, quase íngreme, quase liso, mas com pequenas fraturas que acumulam nutrientes… Parece, e é, pouco, mas é suficiente e ele fica repleto de verde. Até mesmo árvores brotam em quinas oblíquas e tensas, desafiando a gravidade.

Enquanto houver verde, haverá vida e, enquanto houver vida, haverá esperança. Talvez seja essa a explicação do sentimento atrelado à cor.

Por Mateus


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