3D 21: Bate a Poeira

São Lourenço – MG, Quinta do Cedro, 01/12/2016.

Desnível: minimizando as questões de gênero, é, no mínimo, o que existe entre os sexos. Sempre julgadas pela aparência, além de serem julgadas e subestimadas pelo sexo oposto, ainda é preciso tratar os desníveis dentro de sua própria classe. Quantas vidas já não foram desperdiçadas por não conseguirem atingir certos padrões de beleza? Muitas e a troco de nada… Felizmente, o mundo dá sinais de que começa a mudar, bem devagar, mas, pelo menos está mudando. Uma música que trata sobre esse problema é Bate a Poeira, da superbonita Karol Conka, superbonita apesar de não ser padronizada. Ainda bem!

Ouça aqui a música e não se esqueça de ler o post original.

Bate a poeira
(Karol Conka)

Os perturbados se prevalecem
Enquanto atingidos adoecem
Palavras soltas que aborrecem
Esperança depois de uma prece

Um povo com crise de abstinência
Procura explicação para existência
Num mundo onde dão mais valor para aparência
Tem sua consequência

Negro, branco, rico, pobre
O sangue é da mesma cor
Somos todos iguais
Sentimos calor, alegria e dor

Krishna, Buda, Jesus, Alá
Speedy e Black profetizou
Nosso Deus é um só
Vários nomes para o mesmo criador

Pouco me importa sua etnia
Religião, crença, filosofia
Absorvendo sabedoria
Desenvolvendo meu dia a dia

Nesse mundo poucas coisas são certas
Amor, sorte, morte a vida que se leva
Do sul para o norte da asia a América
Se errar é humano o erro te liberta

Seja o que tiver que ser, seja o que quiser ser
Bate a poeira, bate a poeira, bate a poeira
Seja o que tiver que ser

O preconceito velado tem o mesmo efeito, mesmo estrago
Raciocínio afetado falar uma coisa e ficar do outro lado
Se o tempo é rei vamos esperar a lei
Tudo que já passei, nunca me intimidei
Já sofri, já ganhei, aprendi, ensinei
Tentaram me sufocar mas eu respirei

Há tanta gente infeliz com vergonha da beleza natural
É só mais um aprendiz que se esconde atrás de uma vida virtual
Gorda, preta, loira o que tiver que ser
Magra, doida, santa, somos a força e o poder
Basta chegar bora levanta a cabeça e vê
Vem cá, viva, sinta o que quiser você pode ser

Nesse mundo poucas coisas são certas
Amor, sorte, morte a vida que se leva
Do sul para o norte da ásia a América
Se errar é humano o erro

Seja o que tiver que ser, seja o que quiser ser
Bate a poeira, bate a poeira, bate a poeira
Seja o que tiver que ser

 

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original Desnível.


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3D 20: A novidade

Nova Friburgo – RJ, Jardim do Nêgo, 12/06/2016.

Todo mundo conhece os versos de A Novidade, de Gilberto Gil, também muito conhecidos na voz de Herbert Viana, dos Paralamas do Sucesso. Uma música alegre, pra cima e cheia de Uh uh uh, ah ah ah, aaaaaaa que disfarça bem, para quem não presta atenção na letra, a composição densa, pesada e  com uma crítica social forte. Depois de conhecê-la, é impossível não associar a imagem de sereia ao “paradoxo estendido na areia”: um busto de uma deusa maia, ou um grande rabo de baleia? Depende de quem vê!

GE-NI-AL!!!

Por essas e outras que Gil é um dos maiores nomes da MPB…

Ouça aqui a canção e não se esqueça de ler o post original.

A Novidade
(Gilberto Gil)

A novidade veio dar à praia
Na qualidade rara de sereia
Metade o busto
D’uma deusa Maia
Metade um grande
Rabo de baleia…

A novidade era o máximo
Do paradoxo
Estendido na areia
Alguns a desejar
Seus beijos de deusa
Outros a desejar
Seu rabo prá ceia..

Oh! Mundo tão desigual
Tudo é tão desigual
Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô!
Oh! De um lado esse carnaval
De outro a fome total
Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô!…

E a novidade que seria um sonho
O milagre risonho da sereia
Virava um pesadelo tão medonho
Ali naquela praia
Ali na areia…

A novidade era a guerra
Entre o feliz poeta
E o esfomeado
Estraçalhando
Uma sereia bonita
Despedaçando o sonho
Prá cada lado….

Oh! Mundo tão desigual
Tudo é tão desigual
Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô!
Oh! De um lado esse carnaval
De outro a fome total
Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô!…

 

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original Divergentes.


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3D 19: Mandume

São Lourenço – MG, Quinta do Cedro, 01/12/2016.

Mandume é, sem qualquer dúvida, uma das melhores músicas que já ouvi na vida. Forte, em todos os sentidos, discute a questão de várias minorias discriminadas e marginalizadas por anos. E o que é mais engraçado, ou triste, é que esse processo acontece por pessoas que deveriam ser seus pares. Em um país tão plural como o nosso, negros, gays, lésbicas, travestis (principalmente), mulheres, praticantes de religiões africanas e outras, sofrem diariamente por não terem o esteriótipo “correto”: homem, branco, heterossexual, católico…

Esse é um assunto muito sério e merece ser discutido com mais tempo e importância. Mas para uma boa discussão, tentar enxergar o lado do outro, é um passo muito importante. Para isso, ouça aqui esse rap muito bom e que nos faz refletir bastante sobre o tema. E não se esqueça de ler o post original.

Mandume
(Emicida, Drik Barbosa, Amiri, Rico Dalasam, Muzzik e Raphão Alaafin)

Eles querem que alguém
Que vem de onde nóis vem
Seja mais humilde, baixa a cabeça
Nunca revide, finja que esqueceu a coisa toda
Eu quero é que eles se-!

Eles querem que alguém
Que vem de onde nóis vem
Seja mais humilde, baixa a cabeça
Nunca revide, finja que esqueceu a coisa toda
Eu quero é que eles se-!

(Nun-nun-nunca deu nada pra nóis, caralho, caralho, caralho)
(Nun-nun-nunca lembrou de nóis, ca-ca-caralho, caralho)
(Nun-nun-nunca deu nada pra nóis, caralho, caralho)
(Nun-nun-nunca lembrou de nóis, ca-ca-caralho, caralho)

[Drik Barbosa]
Sou Tempestade, mas entrei na mente tipo Jean Grey, xinguei
Quem diz que mina não pode ser sensei?
Jinguei, sim, sei, desde a Santa Cruz, playboys
Deixei em choque, tipo Racionais: Hey boy!
Tanta ofensa, luta intensa nega a minha presença
Chega! Sou voz das nega que integra resistência
Truta rima a conduta, surta, escuta, vai vendo
Tempo das mulher fruta, eu vim menina veneno
Sistema é faia, gasta, arrasta Cláudia que não raia
Basta de Globeleza, firmeza? Mó faia!
Rima pesada basta, eu falo memo, igual Tim Maia
Devasta esses otário, tipo calendário Maia
Feminismo das preta bate forte, mó treta
Tanto que hoje cês vão sair com medo de bu-uh
Drik Barbosa, não se esqueça
Se os outros é de tirar o chapéu, nóis é de arrancar cabeça

[Amiri]
Mas mano, sem identidade somos objeto da história
Que endeusa herói e forja, esconde os retos na história
Apropriação há eras, desses tá na repleto na História
Mas nem por isso que eu defeco na escória
Pensa que eu num vi?
Eu senti a herança de Sundi
Ah tá, não morro incomum e pra variar, herdeiro de Zumbi
Segura o boom, fi, é um e dois e três e quatro
Não importa, já que querem eu cego eu tô pra ver um daqui sucumbir (não)
Pela honra vinha Mandume
Tira a mão da minha mãe!
Farejam medo? Vão ter que ter mais faro
Esse é o valor dos reais, caros
Ao chamado do alimamo: Nkosi Sikelel, mano!
Só sente quem teve banzo
(Entendeu?) Eu não consigo ser mais claro!
Olha pra onde os do gueto vão
Pela dedução de quem quer redução
Respeito, não vão ter por mim?
Protagonista, ele preto sim
Pelo gueto vim, mostrar o que difere
Não é a genital ou o macaco que fere
É igual me jogar aos lobos
Eu saio de lá vendendo colar de dente e casaco de pele

[Rico Dalasam]
Meme de negro é: me inspira a querer ter um rifle
Meme de branco é: não trarão de volta Yan, Gamba e Rigue
Arranca meu dente no alicate
Mas não vou ser mascote de quem azeda marmita
Sou fogo no seu chicote
Enquanto a opção for morte pra manter a ideia viva

Domado eu não vivo, eu não quero seu crime
Ver minha mãe jogar rosas
Sou cravo, vivi dentre os espinhos treinados com as pragas da horta
Pior que eu já morri tantas antes de você me encher de bala
Não marca, nossa alma sorri
Briga é resistir nesse campo de fardas

(Cêloko Cachoeira!)

[Emicida]
Eles querem que alguém
Que vem de onde nóis vem
Seja mais humilde, baixa a cabeça
Nunca revide, finja que esqueceu a coisa toda
Eu quero é que eles se-!

Eles querem que alguém
Que vem de onde nóis vem
Seja mais humilde, baixa a cabeça
Nunca revide, finja que esqueceu a coisa toda
Eu quero é que eles se-!

(Nun-nun-nunca deu nada pra nóis, caralho, caralho, caralho)
(Nun-nun-nunca lembrou de nóis, ca-ca-caralho, caralho)
(Nun-nun-nunca deu nada pra nóis, caralho, caralho)
(Nun-nun-nunca lembrou de nóis, ca-ca-caralho, caralho)

[Muzzike]
Banha meu símbolo, guarda meu manto que eu vou subir como rei
Cês vive da minha cicatriz, eu tô pra ver sangrar o que eu sangrei
Com a mente a milhão, livre como Kunta Kinte, eu vou ser o que eu quiser
Tá pra nascer playboy pra entender o que foi ter as corrente no pé
Falsos quanto Kleber Aran, os vazio abraça
La Revolução tucana, hip-hop reaça
Doce na boca, lança perfume na mão, manda o mundo se foder
São os nóia da Faria Lima, jão, é a Cracolândia Blasé
Jesus de polo listrada, no corre, corte degradê
Descola o poster do 2pac, que cês nunca vão ser
Original favela, Golden Era, rua no mic
Hoje os boy paga de ‘drão, ontem nóis tomava seus Nike
Os vira lata de vila, e os pitbull de portão
Muzzike, o filho de faxineira, eu passo o rodo nesses cuzão
Ando com a morte no bolso, espinhos no meu coração
As hiena tão rindo de quê, se o rei da savana é o leão?

[Raphão Alaafin]
Canta pra saldar, negô, seu rei chegou
Sim, Alaafin, vim de Oyó, Xangô
Daqui de Mali pra Cuando, de Orubá ao bando
Não temos papa, nem na língua ou em escrita sagrada
Não, não na minha gestão, chapa
Abaixa sua lança-faca, espingarda faiada
Meia volta na Barja, Europa se prostra
Sem ideia torta no rap, eu vou na frente da tropa

Sem eucaristia no meu cântico
Me veem na Bahia em pé, dão ré no Atlântico
Tentar nos derrubar é secular
Hoje chegam pelas avenidas, mas já vieram pelo mar
Oya, todos temos a bússola de um bom lugar
Uns apontam pra Lisboa, eu busco Omonguá
Se a mente daqui pra frente é inimiga
O coração diz que não está errado, então siga!

[Emicida]
Dores em Loop-cínio, os cult-cínio, quê?
Ao ver o Simonal que cês não vai foder
Grande tipo Ron Mueck, morô muleque? Zé do Caroço
Quer photoshop melhor que dinheiro no bolso?
Vendo os rap vender igual Coca, fato, não, não
Melhor, entre nóis não tem cabeça de rato
É Brasil, exterior, capital interior
Vai ver nóis gargalhando com o peito cheio de rancor
Como prever que freestyles, vários necessários
Vão me dar a coleção de Miley Cyrus
Misturei Marley, Cairo, Harley, Pairo, firmeza
Tipo Mario, entrei pelo cano mas levei as princesa
Várias diss, não sou santo, ímã de inveja é banto
Fui na Xuxa pra ver o que fazer se alguém menor te escreve tanto
Tô pelo adianto e as favela entendeu
Considere, se a miséria é foda, chapa, imagina eu
Scorsese, minha tese não teme, não deve, tão breve
Vitórias do gueto, luz pra quem serve?
Na trama conhece os louro da fama
Ok, agora olha os preto, chama!

[Emicida]
Eles querem que alguém
Que vem de onde nóis vem
Seja mais humilde, baixa a cabeça
Nunca revide, finja que esqueceu a coisa toda
Eu quero é que eles se-!

Eles querem que alguém
Que vem de onde nóis vem
Seja mais humilde, baixa a cabeça
Nunca revide, finja que esqueceu a coisa toda
Eu quero é que eles se-!

(Nun-nun-nunca deu nada pra nóis, caralho, caralho, caralho)
(Nun-nun-nunca lembrou de nóis, ca-ca-caralho, caralho)
(Nun-nun-nunca deu nada pra nóis, caralho, caralho)
(Nun-nun-nunca lembrou de nóis, ca-ca-caralho, caralho)

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original Mestiços.


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3D 18: Sentinela

Juiz de Fora – MG, 25/11/2016.

O post Lacunas diz, de maneira bem óbvia, sobre a falta que alguém pode fazer em uma “foto”, em um momento importante de nossas vidas. Uma vacância irreversível, que jamais será compensada. Desde criança, quando conheci a canção Sentinela, na voz de Milton Nascimento, sempre acabo a associando com o triste sentimento de vazio causado pela morte. Existem outras músicas que tratam do tema, mas talvez nenhuma seja tão visceral como esta ficou. Talvez nem seja pela composição em si, mas pela interpretação fantástica da Nana Caymmi, que consegue passar com sua voz, de maneira arrepiante, uma agonia que chega a apertar o peito.

Ouça aqui a canção e não se esqueça de ler o post original.

Sentinela
(Fernando Brant / Milton Nascimento)

Morte vela sentinela sou do corpo desse meu irmão que já se vai
Revejo nessa hora tudo que ocorreu, memória não morrerá

Vul…….to negro em meu rumo vem
Mostrar a sua dor plantada nesse chão

Seu rosto brilha em reza, brilha em faca e flor
Histórias vem me contar

Longe, longe, ouço essa voz
Que o tempo não vai levar

Precisa gritar sua força ê irmão, sobreviver
A morte inda não vai chegar, se a gente na hora de unir
Os caminhos num só, não fugir e nem se desviar

Precisa amar sua amiga, ê irmão e relembrar

Que o mundo só vai se curvar
Quando o amor que em seu corpo já nasceu

Liberdade buscar,
Na mulher que você encontrar

Morte vela sentinela sou
Do corpo desse meu irmão que já se foi
Revejo nessa hora tudo que aprendi, memória não morrerá

Longe, longe, ouço essa voz
Que o tempo não vai levar

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original Lacunas.


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3D 17: Eletricidade

Chiador – MG, Praça Antônio Joaquim da Silva, 07/02/2016.

Tensão! O 4feel foi criado em um momento de tensão política no Brasil e, de certa forma, implícita ou explicitamente, muitos posts refletiram isso. Ampères foi mais um desses, apesar de bem sutil. Inspirado no caos político e na canção Eletricidade, do Capital Inicial, apesar de que, à época, ninguém poderia imaginar que a tensão iria aumentar tanto…

Estamos tão acostumados com ela mas, ainda assim, nos assustamos.

Ouça aqui a canção e não se esqueça de ler o post original.

Eletricidade
(Alvin L; Bozzo Barretti e Dinho)

Eletricidade
Ligação direta
Com certas partes
Do meu corpo

Eletricidade
Correntes alternadas
Bocas e quadris
Em alta velocidade

É só olhar
Que eu sinto a Terra tremer
É só tocar
Que voam fagulhas entre eu e você

Eu ouço sinos tocando
Eu vejo cidades queimando
Eu dou a volta ao mundo
Em menos de um segundo

Eletricidade
Fios descobertos
Cinco mil megawatts
Entre os meus braços
Eletricidade
Tensão e sobrecarga
Pólos opostos
Em eletroatividade

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original Ampères.


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3D 16: O bem do mar

Cabedelo – PB, 16/07/2016.

De novo elas: as novelas. Como já dito em posts passados, até alguns anos atrás, as novelas eram programas obrigatórios para os brasileiros e todos, se não viam, estavam por dentro das histórias. E, por conta delas, quem, ao ver casas de sapê em praias vazias, não se lembra das tramas de pescador e de suas trilhas sonoras?

Gravada pela primeira vez ainda em 1954, O bem do Mar, de Dorival Caymmi é uma dessas canções que embalaram os amores praieiros. No caso, em duas novelas: Tropicaliente (1994) e Porto dos Milagres (2001). Talvez o fato de ter tocado em duas novelas em apenas 7 anos explique o fato de, pelo menos para mim, ser tão marcante em cenários como o da foto.

E você, qual canção praieira te marcou mais? Responda nos comentários.

Ouça aqui a canção e não se esqueça de ler o post original.

O bem do mar
(Dorival Caymmi)

O pescador tem dois amor
Um bem na terra, um bem no mar

O bem de terra é aquela que fica
Na beira da praia quando a gente sai
O bem de terra é aquela que chora
Mas faz que não chora quando a gente sai
O bem do mar é o mar, é o mar
Que carrega com a gente
Pra gente pescar

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original Dois amores.


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3D 15: Medo de avião

Vitória-ES, 30/07/2010.

Foi por medo de avião… Fobia confrontada dezenas de vezes e, em todas elas, tendo como fundo a canção escrita e interpretada por Belchior. Com um pouquinho de atraso, o 4feel deixa sua pequena homenagem ao dono da voz que dá pretexto para quem quer paquerar, ainda que com as mãos trêmulas de medo.

Valeu Belchior!

Ouça aqui a canção e não se esqueça de ler o post original.

Medo de avião
(Gilberto Gil e Belchior)

Foi por medo de avião
Que eu segurei
Pela primeira vez a tua mão
Um gole de conhaque
Aquele toque em teu cetim
Que coisa adolescente
James Dean

Foi por medo de avião
Que eu segurei
Pela primeira vez a tua mão
Não fico mais nervoso
Você já não grita
E a aeromoça, sexy
Fica mais bonita

Foi por medo de avião
Que eu segurei
Pela primeira vez a tua mão
Agora ficou fácil
Todo mundo compreende
Aquele toque Beatle
I wanna hold your hand

Agora ficou fácil
Todo mundo compreende
Aquele toque Beatle
I wanna hold your hand
Aquele toque Beatle
I wanna hold your hand

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original Aerodromofobia.


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3D 14: Infinita Highway

Condado de Mohave – AZ, East Diamond Bar Road, 07/05/2015.

“Será a estrada uma prisão?”

Para alguns sim! Mas a “prisão”, da qual o autor se refere, pode ser vista como um local do qual não se consegue sair (a maneira certa), mas também, infelizmente, chato, onde não se consegue andar. Infelizmente, aqui no Brasil não temos estradas propícias para “curtir” com segurança, seja pelas curvas, tráfego ou condições do asfalto… Mas quando se dirige em outros países, toda essa vontade pode ser satisfeita. Retas infinitas, estradas perfeitas e quase ninguém na pista.

“110, 120, 160… só pra ver, até quando, o motor aguenta.”

Ouça aqui a canção e não se esqueça de ler o post original.

Infinita Highway
(Humberto Gessinger)

Você me faz correr demais
Os riscos desta highway
Você me faz correr atrás
Do horizonte desta highway
Ninguém por perto, silêncio no deserto
Deserta highway
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe exatamente onde vai parar
Mas não precisamos saber pra onde vamos
Nós só precisamos ir
Não queremos ter o que não temos
Nós só queremos viver
Sem motivos, nem objetivos
Estamos vivos e isto é tudo
É sobretudo a lei
Dessa infinita highway
Quando eu vivia e morria na cidade
Eu não tinha nada, nada a temer
Mas eu tinha medo, medo desta estrada
Olhe só! Veja você
Quando eu vivia e morria na cidade
Eu tinha de tudo, tudo ao meu redor
Mas tudo que eu sentia era que algo me faltava
E, à noite, eu acordava banhado em suor
Não queremos lembrar o que esquecemos
Nós só queremos viver
Não queremos aprender o que sabemos
Não queremos nem saber
Sem motivos, nem objetivos
Estamos vivos e é só
Só obedecemos a lei
Da infinita highway
Escute garota, o vento canta uma canção
Dessas que a gente nunca canta sem razão
Me diga, garota: “Será a estrada uma prisão?”
Eu acho que sim, você finge que não
Mas nem por isso ficaremos parados
Com a cabeça nas nuvens e os pés no chão
Tudo bem, garota, não adianta mesmo ser livre
Se tanta gente vive sem ter como viver
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe onde quer chegar
Estamos vivos sem motivos
Que motivos temos pra estar?
Atrás de palavras escondidas
Nas entre linhas do horizonte
Desta highway
Silenciosa highway
“Eu vejo um horizonte trêmulo
Eu tenho os olhos úmidos”
“Eu posso estar completamente enganado
Posso estar correndo pro lado errado”
Mas “A dúvida é o preço da pureza”
E é inútil ter certeza
Eu vejo as placas dizendo “Não corra”
“Não morra”, “Não fume”
“Eu vejo as placas cortando o horizonte
Elas parecem facas de dois gumes”
Minha vida é tão confusa quanto a América Central
Por isso não me acuse de ser irracional
Escute garota, façamos um trato
“Você desliga o telefone se eu ficar muito abstrato”
Eu posso ser um Beatle
Um beatnik, ou um bitolado
Mas eu não sou ator
Eu não tô à toa do teu lado
Por isso garota façamos um pacto
De não usar a highway pra causar impacto
Cento e dez
Cento e vinte
Cento e sessenta
Só pra ver até quando
O motor aguenta
Na boca, em vez de um beijo
Um chiclet de menta
E a sombra de um sorriso que eu deixei
Numa das curvas da highway

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original 150.


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3D 13: Going to distance

Filadélfia – PA, Philadelphia Museum of Art, 06/08/2014.

Um dos maiores clássicos do cinema, todo mundo conhece a “música do Rocky”, aquela dos treinos. Por coincidência, ou não, foi a canção que abriu a sessão 3D do 4feel. Marcante, empolgante e eterna, mas, nem de longe, a melhor faixa da trilha sonora composta por Bill Conti para o melhor filme de todos os tempos. Tudo porque ele compôs uma obra-prima, uma canção que expressa toda a emoção, os altos e baixos de uma das personagens mais icônicas do cinema, terminando em um êxtase que só quem viu, e entendeu, o filme consegue sentir.

Sério, ouça aqui a canção e sinta as emoções que ela passa (mesmo sem letra), e não se esqueça de ler o post original.

Going to distance
(Bill Conti)

Instrumental

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original Super.


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3D 12: Marcianos invadem a Terra

Três Rios, 12/07/2016.

Será que existe vida em Marte?
Em algum momento da vida, pelo menos para quem era nascido (e consciente) na década de 90, ou antes, essa dúvida sempre existiu. Em alguns menos, em outros mais. Hoje, ela não faz mais sentido, conhecemos bem quase todo o planeta vermelho e todos os nossos vizinhos. Infelizmente! Pessoalmente, a música que melhor representava essa dúvida pueril era Marcianos invadem a Terra, da Legião Urbana.
Será que existe vida em Marte?
Será que os marcianos também lutam contra o que são?
Renato Russo morreu sem saber. Nós não teremos esse problema. Infelizmente…
Ouça aqui a canção e não se esqueça de ler o post original.

Marcianos invadem a Terra
(Renato Russo)

Diga adeus e atravesse a rua
Voamos alto depois das duas
Mas as cervejas acabaram, e os cigarros também
Cuidado com a coisa coisando por aí
A coisa coisa sempre, também coisa por aqui
Seqüestra o seu resgate
Envenena a sua atenção
É verbo e substantivo, adjetivo e palavrão
E o carinha do rádio não quer calar a boca
E quer o meu dinheiro
E as minhas opiniões
Ora, se você quiser se divertir
Invente suas próprias canções
Será que existe vida em Marte?
Janelas de hotéis, garagens vazias
Fronteiras, granadas, lençóis
Existem muitos formatos
Que só têm verniz
E não tem invenção
E tudo aquilo contra o que sempre lutam
É exatamente tudo aquilo que eles são
Marcianos invadem a Terra !
Estão inflando meu Ego com ar
E quando acho que estou quase chegando
Tenho que dobrar mais uma esquina
E mesmo se eu tiver a minha liberdade
Não tenho tanto tempo assim
E mesmo se eu tiver a minha liberdade
Será que existe vida em Marte?

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original Anos-luz.


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3D 11: O tempo

Tiradentes – MG, Igreja Matriz de Santo Antônio, 17/10/2014.

Qualquer pessoa que já esteve apaixonada por outra sabe o quão angustiante é o tempo voar ao lado dela. E o como o tempo se arrasta quando se está separado. É sobre isso que o post citado fala e esse sentimento é perfeitamente descrito pela música O tempo, da banda gigante Móveis Coloniais de Acaju.

Ouça aqui a canção e não se esqueça de ler o post original.

O tempo
(André Gonzales / Beto Mejia / Eduardo Borém / Esdras Nogueira / Fabio Pedroza / Fabrício Ofuji / Leonardo Bursztyn / Paulo Rogério / Renato Rojas / Xande Bursztyn )

A gente se deu tão bem
Que o tempo sentiu inveja
Ele ficou zangado e decidiu
Que era melhor ser mais veloz e passar rápido pra mim
Parece que até jantei
Com toda a família e sei
Que seu avô gosta de discutir
Que sua avó gosta de ouvir você dizer que vai fazer

O tempo engatinhar
Do jeito que eu sempre quis
Se não for devagar
Que ao menos seja eterno assim

Espero o dia que vem
Pra ver se te vejo
E faço o tempo esperar como esperei
A eternidade se passar nos dois segundos sem você
Agora eu já nem sei
Se hoje foi anteontem
Me perdi lembrando o teu olhar
O meu futuro é esperar pelo presente de fazer

O tempo engatinhar
Do jeito que eu sempre quis
Distante é devagar
Perto passa bem depressa assim

Pra mim, pra mim
Laiá, lalaiá

Se o tempo se abrir talvez
Entenda a razão de ser
De não querer sentar pra discutir
De fazer birra toda vez que peço tempo pra me ouvir
A gente se deu tão bem
Que o tempo sentiu inveja
Ele ficou zangado e decidiu
Que era melhor ser mais veloz e passar rápido pra mim

Eu que nunca discuti o amor
Não vejo como me render
Ah, será que o tempo tem tempo pra amar?
Ou só me quer tão só?
E então se tudo passa em branco eu vou pesar
A cor da minha angústia e no olhar
Saber que o tempo vai ter que esperar

E o tempo engatinhar
Do jeito que eu sempre quis
Se não for devagar
Que ao menos seja eterno assim

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original A amargura do relógio.


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3D 10: “Índios”

Três Rios – RJ, 19/06/2016.

Animal! Gostamos de usar esse adjetivo para ofender pessoas que não se enquadram completamente nos padrões sociais e não percebemos como, às vezes, agimos exatamente como eles, em vidas sem graça onde a única preocupação é sobreviver. E foi justamente disso que esse post tratou, vidas levadas como se fossem de animais. De certa forma, inspirado em “Índios” da Legião Urbana, uma música que brinca com a ofensa “índio”, parecida com animal e mostra que índios, de fato, somos nós, os “brancos”.

Ouça aqui a canção. E não se esqueça de ler o post original.

“Índios”
(Renato Russo)

Quem me dera ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha

Quem me dera ao menos uma vez
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda

Quem me dera ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender:
O que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente

Quem me dera ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
E fala demais por não ter nada a dizer

Quem me dera ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente

Quem me dera ao menos uma vez
Entender como um só deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo deus foi morto por vocês
É só maldade então, deixar um deus tão triste

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do inicio ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo o que eu ainda não vi

Quem me dera ao menos uma vez
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes

Quem me dera ao menos uma vez
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos obrigado

Quem me dera ao menos uma vez
Como a mais bela tribo
Dos mais belos índios
Não ser atacado por ser inocente

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo o que eu ainda não vi

Nos deram espelhos
E vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original “Animais”.


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3D 9: Sabiá

Juiz de Fora, 05/06/2016.

O Sabiá-laranjeira foi escolhido, em 2002 e de maneira oficial, a ave-símbolo do Brasil. Segundo especialistas, recebeu essa denominação por representar o espírito do brasileiro com seu canto, que denota de maneira concomitante, alegria e saudade, segundo palavras de quem o elegeu.

Ao tomar conhecimento de tal feito, a lembrança da canção Sabiá de Luiz Gonzaga torna-se inevitável. Escrita em 1951, traduz exatamente esses dois sentimentos. Uma música alegre para quem escuta, porém, carregada de saudade. Resta saber se o compositor se inspirou, com uma sensibilidade absurda, no canto do pássaro para escrevê-la, ou se apenas os jurados se inspiraram na própria para argumentar em favor da ave.

Ouça aqui a canção e não se esqueça de ler o post original aqui.

Sabiá
(Luiz Gonzaga)

A todo mundo eu dou psiu
Perguntando por meu bem
Tendo um coração vazio
Vivo assim a dar psiu
Sabiá, vem cá também

Tu que andas pelo mundo (sabiá)
Tu que tanto já voou (sabiá)
Tu que cantas passarinho (sabiá)
Alivia minha dor

Tem pena d’eu (sabiá)
Diz por favor (sabiá)
Tu que tanto anda no mundo (sabiá)
Onde anda o meu amor

Sabiá

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original Psiu psiu psiu.


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3D 8: Thriller

Brumadinho – MG, Instituto Inhotim, 21/04/2016.

Ah! Essa associação é fácil! Qualquer pessoa de bom senso quando se lembrasse de qualquer coisa de terror, deveria se lembrar de Thriller, de Michael Jackson. Assim como a sessão 3D, a música, apesar de muito boa, não é completa por si só, deve ser “vista” em seu videoclip. Nele, toda a genialidade do artista pode ser percebida: a sua dança, sua voz e sua criatividade para fazer o melhor clip de todos os tempos. Reproduzido por muita gente, nas situações mais inusitadas, como por exemplo: presidiários filipinos, em casamentos, 13000 mexicanos, etc… Qualquer adjetivo proferido a essa obra é incapaz de descrevê-la, mas é perfeitamente compreendida quando se sabe que foi MJ que a concebeu.

Só nos cabe apreciar e agradecer…

Obrigado MJ! ❤

Veja e perceba, mais uma vez, a grandeza do “Rei do pop”. E não se esqueça de ler o post original.

Thriller
(Rod Temperton)

It’s close to midnight
something evil’s lurkin’ in the dark
Under the moonlight
You see a sight that almost stops your heart
You try to scream
But terror takes the sound before you make it
You start to freeze
As horror looks you right between the eyes
You’re paralyzed

‘Cause this is thriller
Thriller night
And no one’s gonna save you
From the beast about to strike
You know it’s thriller
Thriller night
You’re fighting for your life
Inside a killer
Thriller tonight, yeah

You hear the door slam
And realize there’s nowhere left to run
You feel the cold hand
And wonder if you’ll ever see the sun
You close your eyes
And hope that this is just imagination
Girl, but all the while
You hear a creature creepin’ up behind
You’re outta time

‘Cause this is thriller
Thriller night
There ain’t no second chance
Against the thing with the forty eyes, girl
(Thriller)
(Thriller night)
You’re fighting for your life
Inside a killer
Thriller tonight

Night creatures call
And the dead start to walk in their masquerade
There’s no escaping the jaws of the alien this time
(They’re open wide)
This is the end of your life

They’re out to get you
There’s demons closing in on every side
They will possess you
Unless you change that number on your dial
Now is the time
For you and I to cuddle close together, yeah
All through the night
I’ll save you from the terror on the screen
I’ll make you see

That this is thriller
Thriller night
‘Cause I can thrill you more
Than any ghost would ever dare try
(Thriller)
(Thriller night)
So let me hold you tight
And share a
(killer, diller, chiller)
(Thriller here tonight)

‘Cause this is thriller
Thriller night
Girl, I can thrill you more
Than any ghost would ever dare try
(Thriller)
(Thriller night)
So let me hold you tight
And share a
(killer, thriller)

I’m gonna thrill you tonight

[Rap]
Darkness falls across the land
The midnight hour is close at hand
Creatures crawl in search of blood
To terrorize y’all’s neighborhood
And whosoever shall be found
Without the soul for getting down
Must stand and face the hounds of hell
And rot inside a corpse’s shell

I’m gonna thrill you tonight
(Thriller, thriller)
I’m gonna thrill you tonight
(Thriller night, thriller) )
I’m gonna thrill you tonight
Ooh, babe, I’m gonna thrill you tonight
Thriller night, babe

[Rap]
The foulest stench is in the air
The funk of forty thousand years
And grizzly ghouls from every tomb
Are closing in to seal your doom
And though you fight to stay alive
Your body starts to shiver
for no mere mortal can resist
the evil of the thriller

Tradução: (se necessário)
Thriller
(Rod Temperton)

É quase meia-noite
E algo malígno está te espreitando no escuro
Sob a luz da lua
Você tem uma visão que quase pára o seu coração
Você tenta gritar
Mas o terror toma o som antes de você fazê-lo
Você começa a congelar
Enquanto o horror te olha bem nos seus olhos
Você está paralisado!

Porque isso é terror
Noite de terror
E ninguém vai te salvar
Da fera pronta para atacar
Você sabe que é terror
Noite de terror
Você está lutando por sua vida
Numa noite assassina
de terror

Você escuta a porta bater
E percebe que não há para onde correr
Você sente uma mão fria
E pensa se ainda vai ver o sol
Você fecha os olhos
E espera que seja tudo imaginação
Garota, enquanto isso
Você escuta a criatura rastejando atrás
Você esta sem tempo

Porque isso é terror
Noite de terror
Não há segunda chance
Contra essa coisa de quarenta olhos, garota
(Terror)
(Noite de terror)
Você está lutando por sua vida
Numa noite assassina
de terror

Criaturas da noite chamam
E os mortos começam a andar em seus disfarces
Não há escapatória das presas desse alien dessa vez
(Elas estão bem abertas)
Esse é o final da sua vida!

Eles estão lá fora para te pegar
Há demônios chegando por todo lado
Eles vão te possuir
A não ser que voce troque o numero da sua ligação
Essa é a hora
Para nós ficarmos juntos abraçados
Por toda a noite
Eu vou te salvar do terror na tela
Vou fazer você ver

Que isso é terror
Noite de terror
Porque eu posso te assustar mais
Do que um fantasma ousaria tentar
(Terror)
(Noite de terror)
Então deixe eu te abraçar forte
E dividir uma
(Assassino, arrepiante)
(Terror aqui agora)

Porque isso é terror
Noite de terror
Garota, eu posso te assustar mais
Do que um fantasma ousaria tentar
(Terror)
(Noite de terror)
Então deixe eu te abraçar forte
E dividir uma
(assassino, aterrorizante)

Eu vou te aterrorizar esta noite

[Rap]
A escuridão cai sobre a terra
A meia noite está próxima
Criaturas rastejam em busca de sangue
Para aterrorizar a vizinhança
E todos que forem achados
Sem a alma no corpo
Deve ficar e enfrentar os cães do inferno
E apodrecer dentro de uma casca de cadáver

Eu vou te aterrorizar esta noite
(Terror, terror)
Eu vou te aterrorizar esta noite
(Noite de terror, terror)
Eu vou te aterrorizar esta noite
Ooh, baby, eu vou te aterrorizar esta noite
Noite de terror, querida

[Rap]
O cheiro mais sujo está no ar
O odor de quarenta mil anos
E sarcófagos velhos de cada túmulo
Estão se fechando para selar seu destino
E apesar de você lutar para permanecer vivo
Seu corpo começa a tremer
Nenhum mero mortal pode resistir
o mal do terror

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post Thriller.


A sessão 3-D é publicada às segundas-feiras e, excepcionalmente, durante a semana do dia 13 ao dia 20, com os posts regulares voltando no dia 21.


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3D 7: Blue moon

Juiz de Fora – MG, 26/07/2015.

Lua azul, nome que se dá quando a lua cheia aparece pela segunda vez no céu. Fenômeno que ocorre a cada dois anos e meio, aproximadamente. Da última vez, em 2015, os jornais noticiaram e muita gente comentou: “Hoje é a lua azul!”. Mas muita gente desconhecia a explicação e ficou frustrada ao ver que nosso satélite não mudara de cor. A foto foi tirada alguns dias antes e a Lua ainda não estava completamente cheia, mas inspirada pelo apelido da mesma e com a música na cabeça. Música essa que foi escrita em 1934 e seus versos já foram cantados por intérpretes do quilate de Frank Sinatra, Billie Holiday, Elvis Presley e Rod Stewart. Mas a melhor versão, a mais divertida e também a mais conhecida dos brasileiros por, veja só, ter sido trilha sonora de abertura de novela, é a do The Marcels, gravada em 1961.

Ouça aqui a versão mais famosa para nós (é também a mais visualizada no Youtube) e não se esqueça de ler o post original.

Blue Moon
(Richard Rodgers / Lorenz Hart)

Blue moon
You saw me standing alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own

Blue moon
You knew just what I was there for
You heard me saying a prayer for
Someone I really could care for

And then there suddenly appeared before me
The only one my arms will hold
I heard somebody whisper please adore me
And when I looked to the moon it turned to gold

Blue moon
Now I’m no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own

Tradução:
Blue Moon
(Richard Rodgers / Lorenz Hart)

Lua azul, você me viu na maior solidão
Sem um sonho no coração
Sem um amor pra ser meu

Lua azul, você sabe bem porque eu estava ali
Você me ouviu rezando
Por alguém por quem eu sentisse algo

E do nada, apareceu na minha frente
A única que meus braços poderiam querer abraçar
Eu ouvi alguém sussurrar ´por favor, me ame`
Mas quando procurei só vi que a lua azul tinha ficado dourada

Lua azul, agora não estou mais sozinho
Sem um sonho no coração
Sem um amor pra ser a minha paixão

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original Blue moon.


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3D 6: Bandeira branca

Três Rios – RJ, 07/06/2015.

Não, não é a lua como alguns disseram em junho de 2016, depois que o post original foi publicado. O corpo celestial em questão é Vênus, a “estrela” mais brilhante do céu, que se destaca mais na madrugada, pouco antes do sol nascer. Por esse fato, também é conhecida como “estrela da manhã”, ou “estrela d’alva”. Por conta dessa alcunha, ver o nosso vizinho, tão brilhante no céu, remete à cantora Dalva de Oliveira que, por brilhar como o planeta, era conhecida por Estrela Dalva. O Rouxinol do Brasil, outra forma como Dalva era conhecida, interpretou muitos sucessos em sua carreira de 35 anos mas, com certeza, o mais marcante deles foi Bandeira Branca, escrita por Max Nunes e Laércio Alves, no final dos ano 60.

Ouça aqui a canção e não se esqueça de ler o post original.

Bandeira branca
(Max Nunes / Laércio Alves)

Bandeira Branca, Amor
Não Posso Mais
Pela Saudade
Que Me Invade
Eu Peço Paz (Bis)

Saudade Mal De Amor, De Amor
Saudade Dor Que Dói Demais
Vem Meu Amor
Bandeira Branca
Eu Peço Paz

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original Bandeira branca.


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3D 5: Mercy Street

Comendador Levy Gasparian – RJ, Monte Serrat, 06/06/2015.

É… me considero relativamente bem informado e, apesar disso, não faço a menor ideia de quais novelas estejam no ar nesse momento, quem são suas musas e seus galãs e quais as músicas de suas aberturas. Talvez você também não saiba, mas caso você tenha menos de 30 anos, talvez não saiba também que nem sempre foi assim: antes da internet dominar os lares, novela no Brasil era coisa séria, todo mundo assistia, conversava no dia seguinte e os compromissos eram marcados para antes ou depois da exibição dos capítulos. As músicas das aberturas então… sucesso garantido para o intérprete, como foi com Peter Gabriel e sua canção Mercy Street (de 1986), tema da minissérie “O sorriso do lagarto”, de 1991. Embora nem novela fosse, a música “estourou” tanto que, até hoje, algumas pessoas se lembram dela ao prestar atenção em certos répteis (principalmente se eles parecerem sorrir, como na foto).

Ouça aqui a canção e não se esqueça de ler o post original. Um plus: clique aqui para relembrar a abertura (como se fosse preciso).

Mercy Street
(Peter Gabriel)

Looking down on empty streets, all she can see
Are the dreams all made solid
Are the dreams all made real

All of the buildings, all of those cars
Were once just a dream
In somebody’s head

She pictures the broken glass, she pictures the steam
She pictures a soul
With no leak at the seam

Lets take the boat out
Wait until darkness
Let’s take the boat out
Wait until darkness comes

Nowhere in the corridors of pale green and grey
Nowhere in the suburbs
In the cold light of day

There in the midst of it so alive and alone
Words support like bone

Dreaming of mercy st.
Wear your inside out
Dreaming of mercy
In your daddy(‘s arms again
Dreaming of mercy st.
‘Swear they moved that sign
Dreaming of mercy
In your daddy’s arms

Pulling out the papers from the drawers that slide smooth
Tugging at the darkness, word upon word

Confessing all the secret things in the warm velvet box
To the priest-he’s the doctor
He can handle the shocks

Dreaming of the tenderness-the tremble in the hips
Of kissing Mary’s lips
Dreaming of mercy st.
Wear your insides out
Dreaming of mercy
In your daddy’s arms again
Dreaming of mercy st.
‘Swear they moved that sign
Looking for mercy
In your daddy’s arms

Mercy, mercy, looking for mercy
Mercy, mercy, looking for mercy

Anne, with her father is out in the boat
Riding the water
Riding the waves on the sea

Tradução:
Mercy Street
(Peter Gabriel)

Olhando para baixo em ruas vazias, tudo que ela pode ver
são os sonhos todos tornados sólidos
são os sonhos tornados reais

todos os edifícios, todos aqueles carros
eram apenas um sonho
na cabeça de alguem

ela retrata o vidro quebrado, ela retrata o vapor
que retrata uma alma
sem nenhum escape na emenda

vamos trazer o barco para fora
esperar até a escuridão
vamos trazer o barco para fora
esperar até que a escuridão venha

em nenhuma parte nos corredores de verde pálido e cinza
em nenhuma parte nos suburbios
na luz fria do dia

lá no meio de tudo, tão viva e só
palavras suportam como ossos

sonhando com a rua da piedade
Use seu interior do lado de fora
sonhando com a rua da piedade
de novo nos braços do seu papai
sonhando com a rua da piedade
jura que eles moveram esse sinal
sonhando com a rua da piedade
de novo nos braços do seu papai

puxando para fora dos papéis das gavetas que deslizam bem
rebocando a escuridão
palavra por palavra

confessando todas as coisas secretas na morna caixa de veludo
ao padre – ele é o doutor
ele pode com os choques

sonhar com a ternura –o tremor nos quadris
Ao beijar os lábios de Maria

sonhando com a rua da piedade
Use seu interior do lado de fora
sonhando com a rua da piedade
de novo nos braços do seu papai
sonhando com a rua da piedade
jura que eles moveram esse sinal
procurando por piedade nos braços do seu papai

piedade, piedade, procurando por piedade
piedade, piedade, procurando por piedade

Anne, com seu pai está lá fora no barco
navegando a água
navegando as ondas no mar

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original O sorriso do lagarto.


A sessão 3-D é publicada às segundas-feiras e, excepcionalmente, durante a semana do dia 13 ao dia 20, com os posts regulares voltando no dia 21.


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3D 4: O Segundo Sol

Rio de Janeiro – RJ, Estádio do Maracanã, 07/09/2016.

A pira dos jogos olímpicos do Rio foi pequena e simples para os padrões anteriores, mas seu brilho foi aumentado pela escultura Hipermoderna, de Anthony Howe, que, ao refletir o fogo, parecia um imenso e radiante sol no céu carioca, o segundo. Um segundo sol que brilhou por 16 dias de maneira ininterrupta na cidade. Enquanto as competições aconteciam, a escultura cinética do artista plástico norte-americano, simulava em cores, brilho e movimentos a nossa estrela. E era impossível olhar para a escultura e não cantarolar os versos de Nando Reis, na voz de Cássia Eller.

Ouça aqui a canção e descubra o que aconteceria se um segundo sol chegasse no céu. E não se esqueça de ler o post original.

O Segundo Sol
(Nando Reis)

Quando o segundo sol chegar
Para realinhar as órbitas dos planetas
Derrubando com assombro exemplar
O que os astrônomos diriam se tratar
de um outro cometa

Não digo que não me surpreendi
Antes que eu visse, você disse
E eu não pude acreditar

Mas você pode ter certeza
De que seu telefone irá tocar
Em sua nova casa
Que abriga agora a trilha
Incluída nessa minha conversão

Eu só queria te contar
Que eu fui lá fora e vi dois sóis num dia
E a vida que ardia
Sem explicação

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original Solstício.


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3D 3: Comida

Juiz de Fora – MG, 28/06/2015.

Uma canção de revolta, onde se diz que apenas comida não basta, que queremos bem mais que isso. Escrita na década de 80, quando os Titãs ainda tinham relevância na música brasileira, virou um hino de protesto contra o sistema. Mas muitos brasileiros, muitos até já cantaram essa canção sem perceber o conteúdo de seus versos e mesmo depois de anos, continuam agindo como cavalos: vivem para comer. Passam horas no trabalho e a única coisa que fazem após isso é dormir e comer, como cavalos. “A vida não é só comida!! Não contentes com a parcela “equina” da população, os políticos ainda querem “acavalar” todo o restante, com leis que tiram do estado a regulamentação dos empregos, dando ao empregador total liberdade no momento de colocar sela em todos e viseira nos poucos que ainda não a têm. É… O inverno se aproxima e não é fantasia.

Ouça aqui a canção e não se esqueça de ler o post original.

Comida
(Arnaldo Antunes / Marcelo Fromer / Sérgio Britto)

Bebida é água!
Comida é pasto!
Você tem sede de que?
Você tem fome de que?…

A gente não quer só comida
A gente quer comida
Diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída
Para qualquer parte…

A gente não quer só comida
A gente quer bebida
Diversão, balé
A gente não quer só comida
A gente quer a vida
Como a vida quer…

Bebida é água!
Comida é pasto!
Você tem sede de que?
Você tem fome de que?…

A gente não quer só comer
A gente quer comer
E quer fazer amor
A gente não quer só comer
A gente quer prazer
Prá aliviar a dor…

A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer dinheiro
E felicidade
A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer inteiro
E não pela metade…

Bebida é água!
Comida é pasto!
Você tem sede de que?
Você tem fome de que?…

A gente não quer só comida
A gente quer comida
Diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída
Para qualquer parte…

A gente não quer só comida
A gente quer bebida
Diversão, balé
A gente não quer só comida
A gente quer a vida
Como a vida quer…

A gente não quer só comer
A gente quer comer
E quer fazer amor
A gente não quer só comer
A gente quer prazer
Pra aliviar a dor…

A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer dinheiro
E felicidade
A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer inteiro
E não pela metade…

Diversão e arte
Para qualquer parte
Diversão, balé
Como a vida quer
Desejo, necessidade, vontade
Necessidade, desejo, eh!
Necessidade, vontade, eh!
Necessidade…

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original O pasto basta.


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3D 2: Conversa de botas batidas

Brumadinho – MG, Instituto Inhotim, 22/04/2016.

A obra Linda do Rosário, uma história de amor, de Adriana Varejão é inspirada na história de um casal de amantes que ao perceber que o motel (Linda do Rosário) em que estavam começara a desabar, preferiu ficar junto ao invés de fugir. Seus corpos foram encontrados abraçados, dois dias depois, misturados aos escombros da construção. Essa história inspirou a música Conversa de botas batidas, da banda Los Hermanos.

Ouça aqui a canção, tente entender melhor essa história de amor proibida e o significado da obra exposta em Inhotim. E não se esqueça de ler o post original.

Conversa de Botas Batidas
(Marcelo Camelo)

Veja você, onde é que o barco foi desaguar
A gente só queria um amor
Deus parece às vezes se esquecer
Ai, não fala isso, por favor
Esse é só o começo do fim da nossa vida
Deixa chegar o sonho, prepara uma avenida
Que a gente vai passar

Veja você, quando é que tudo foi desabar
A gente corre pra se esconder
E se amar, se amar até o fim
Sem saber que o fim já vai chegar

Deixa o moço bater
Que eu cansei da nossa fuga
Já não vejo motivos
Pra um amor de tantas rugas
Não ter o seu lugar

Abre a janela agora
Deixa que o sol te veja
É só lembrar que o amor é tão maior
Que estamos sós no céu
Abre as cortinas pra mim
Que eu não me escondo de ninguém
O amor já desvendou nosso lugar
E agora está de bem

Deixa o moço bater
Que eu cansei da nossa fuga
Já não vejo motivos
Pra um amor de tantas rugas
Não ter o seu lugar

Diz, quem é maior que o amor?
Me abraça forte agora, que é chegada a nossa hora
Vem, vamos além
Vão dizer, que a vida é passageira
Sem notar que a nossa estrela vai cair

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original Escombros.


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3D 1: Gonna Fly Now

Filadélfia – PA, Philadelphia Museum of Art, 06/08/2014.

Olá pessoal. Já faz tempo que eu gostaria de iniciar uma sessão diferente no 4feel e acho que chegou a hora.

Como vocês devem ter percebido, vários posts têm inspirações musicais, pois as fotos, de alguma maneira fizeram eu me lembrar de tais canções. Eu já vinha com essa ideia há um tempo: apenas postar (ou repostar) fotos com os links de tais músicas, apenas isso. Minha ideia era fazer isso sempre às segundas-feiras, pois é sempre complicado escrever aos finais de semana e, como nessa semana, por motivos pessoais, eu não iria publicar nada, resolvi iniciar a sessão 3D (veja, ouça e sinta). A sessão 3D será publicada semanalmente, às segundas, e, excepcionalmente, durante toda essa semana (de hoje, dia 13, até o dia 20) com o blog voltando às publicações normais no dia 21.

Por motivos óbvios, para quem me conhece, a primeira será Gonna Fly Now, de Bill Conti, escrita em 1976 para o filme Rocky – Um Lutador, e que inspirou, e inspira, milhões de pessoas em suas corridas.

Ouça aqui a canção e sinta a sensação completa ao subir as escadarias do Museu de Arte da Filadélfia. E não se esqueça de ler o post original.

A letra, escrita por Carol Connors e Ayn Robbins, é pequena, simples e insignificante quando comparada ao peso da melodia de Bill Conti:

Gonna Fly Now
(Bill Conti, Carol Connors e Ayn Robbins)

Trying hard now
It’s so hard now
Trying hard now

Getting strong now
Won’t be long now
Getting strong now

Gonna fly now
Flying high now
Gonna fly, fly, fly

Tradução:
Gonna Fly Now
(Bill Conti, Carol Connors e Ayn Robbins)

Treinando duro, agora…
Muito duro, agora…
Treinando duro, agora

Se fortalecendo, agora
Queria ser maior, agora
Se fortalecendo, agora

Vamos voar agora
Voar alto agora
Vamos voar, voar, voar…

Por Mateus


PS.: Foto repostada do post original Yo Adrian, I did it.


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